Página do Projecto RCAAP (Repositório Científico de Acesso Aberto de Portugal)
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Em março de 2018 a taxa global de cumprimento do depósito de teses e dissertações nos repositórios institucionais agregados pelo Portal RCAAP atingiu os 83,45%, tendo por base dados disponibilizados pela Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC). Baseado nos dados disponibilizados em outubro de 2016, em que o cumprimento global era de 37,76%, verifica-se um aumento relativo de 121%. Se analisarmos os mesmos dados disponibilizados em março último por subsistema, verifica-se que a percentagem de cumprimento no Ensino Superior Privado – Politécnico é de 69,16%, no Ensino Superior Privado – Universitário é de 74,88%, no Ensino Superior Público – Militar e Policial Universitário é de 75,58%, no Ensino Superior Público – Politécnico é de 82,56% e no Ensino Superior Público – Universitário é de 80,58%.
Estes dados de 2018 são, de facto, de modo geral bastante animadores, comparando com dados anteriores:
Porém, se a análise for detalhada, verifica-se que algumas Instituições Universitárias e Politécnicos (Públicas e Privadas) e Universidades Militares continuam com taxas de incumprimento elevadas. Recorda-se que o procedimento de inserção do identificador TID nas teses e dissertações já depositadas é bastante simples e poderá ser consultado aqui.
Para consultar ou relembrar informação relativa ao depósito de teses e dissertações, aceda a: https://blog.rcaap.pt/?s=teses&submit=Pesquisar
Foi prorrogado até ao próximo dia 22 de abril de 2018 o prazo de submissão dos trabalhos para a a 9ª Conferência Luso-Brasileira de Acesso Aberto (ConfOA), que este ano se irá realizar nos dias 2 e 3 de outubro (com workshops pós-conferência previstos para 4 de outubro), no campus do ISCTE-IUL, em Lisboa.
Assim, convidamos a comunidade a apresentar propostas de trabalhos sobre os seguintes temas:
Recordamos que termina já no próximo dia 09 de abril o prazo para submissão de trabalhos para a 9ª Conferência Luso-Brasileira de Acesso Aberto (ConfOA), que este ano se irá realizar nos dias 2 e 3 de outubro (com workshops pós-conferência previstos para 4 de outubro), no campus do ISCTE-IUL, em Lisboa.
Assim, convidamos a comunidade a apresentar propostas de trabalhos sobre os seguintes temas:
Acolheremos propostas sobre estes temas, bem como outros temas relacionados com os aspetos políticos, sociais, organizativos ou técnicos relacionados com o Acesso Aberto e a Ciência Aberta.
O processo de apresentação e modelos das propostas estão disponíveis para consulta e download no website da ConfOA. Aguardamos pela submissão dos vossos trabalhos: http://confoa.rcaap.pt/2018/submissoes-on-line/
A FCT publicou um estudo sobre Modelos, Políticas e Custos de Acesso Aberto, no âmbito da implementação da Política Nacional de Ciência Aberta. Este estudo está disponível desde fevereiro nas páginas de Acesso Aberto da FCT e na página da Ciência Aberta.
A variedade de interpretações e níveis de implementação das políticas de Acesso Aberto, bem como o volume de literatura sobre o tema, refletem o desafio e a complexidade de tornar aberto o acesso à produção científica financiada pelo Estado.
Este estudo vem colmatar a falta de um documento de base, em português, sobre a evolução do sistema de publicação científico que se tem tornado crescentemente complexo, e que identifica a variedade, características e implicações financeiras dos novos modelos de negócio criados em torno do Acesso Aberto, bem como ilustra a existência de um conjunto de políticas de Acesso Aberto, desde o nível institucional até ao Europeu, que contribuem para um quadro complexo e divergente.
O documento, organizado em 5 secções, começa com (1) a caracterização a evolução da comunicação académica e (2) dos atuais modelos de publicação, (3) faz uma análise e comparação de políticas de Acesso Aberto, (4) apresenta uma previsão de custo potencial a nível nacional para aceder aos artigos de revistas científicas, e 5) conclui com um conjunto de recomendações com vista à melhoria das condições de acesso à informação científica.
Post escrito por: Inês Lopes da Fonseca - Gabinete de Estudos & Estratégia - FCT
O que é o ORCID iD? O ORCID (Open Research and Contributor ID) é um identificador digital único e persitente que distingue um investigador de outro, resolvendo problemas de ambiguidade, substituíndo as variações de nome por um único código numérico composto por algo semelhante a "0000-0002-0123-208X". Facilita a gestão das atividades académicas e de investigação. As bases de dados Web of Science e Scopus, entre outras plataformas, estão já integradas com o sistema ORCID, basta que os próprios investigadores atribuam a autorização.
Porquê criar mais um Identificador?
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O registo é gratuito para os investigadores, independentemente de ter ou não outros identificadores, não tem fins lucrativos e não está associado a nenhuma editora. O registo não demora mais do que 30 segundos. Obtenha o seu identificador ORCID aqui. Se já possui um ORCID iD e não se lembra do número, poderá aceder ao website e pesquisar em: https://orcid.org/orcid-search/search2- Adicione informações
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