Página do Projecto RCAAP (Repositório Científico de Acesso Aberto de Portugal)

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RCAAP - Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal

RCAAP - Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal
Mais de 25000 documentos no Repositório Comum PDF E-mail

O Repositório Comum, serviço disponibilizado pelo Projeto RCAAP inicia o ano de 2020 com mais de 25000 registos depositados de 78 instituições aderentes.

Este repositório tem como propósito o depósito de produção científica por parte das instituições que não disponibilizam aos seus investigadores um repositório institucional para esse efeito.

Este serviço, disponibilizado em 2009 à Comunidade, é um dos que mais cresce face aos restantes no âmbito do Projeto RCAAP. Para que se perceba a evolução, no final de 2009 o número total de depósitos foi de 448 registos, em 2019 foi de 4789. Estes números representam a pertinência e maturidade deste serviço no seio da Comunidade.

Indiscutivelmente que os repositórios institucionais e as revistas científicas são parte integrante e de relevo do ecossitema de gestão da ciência.
O Repositório Comum não é exceção!
Porém, certamente, só o são devido ao esforço e colaboração de todos os interveninetes nos workflows deste repositório que muito contribuem para este sucesso que, por sua vez, fazem com que o acesso à informação e ao conhecimento seja de vital importância para o progresso do ensino e da investigação mas também para o desenvolvimento sustentável da sociedade.

Aderir ao Repositório Comum converte-se numa forma rápida e célere de se associarem ao movimento do Acesso Aberto, integrar o Projeto RCAAP e de ter acesso a ferramentas, contextos e experiências para servir de base a um repositório próprio, para além da visibilidade e impacto que esta integração acarreta para a produção científica dos próprios autores.

Contudo, acreditamos que podemos continuar a crescer. Para tal, desafiamos a Comunidade a consultarpartilhar e questionar ainda mais o projeto RCAAP.

 
Projeto RCAAP deseja... PDF E-mail
 
11ª Conferência Luso-Brasileira de Ciência Aberta - chamada de trabalhos PDF E-mail

A 11ª Conferência-Luso Brasileira de Ciência Aberta (ConfOA) irá realizar-se na Universidade do Minho, em Braga, nos dias 6, 7 e 8 de outubro de 2020. Dando continuidade ao êxito das edições anteriores e mantendo a parceria desde 2010, o evento é organizado pelos Serviços de Documentação da Universidade do Minho (SDUM), pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) e pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência (IBICT).

Mantendo o tema da ConfOA anterior “Do Acesso Aberto à Ciência Aberta”, a 11ª ConfOA pretende consolidar o alargamento do âmbito da Conferência, considerando o Acesso Aberto como um componente central, e uma condição indispensável, da Ciência Aberta, que abrange várias outras dimensões. A ConfOA pretende reunir as comunidades portuguesa, brasileira, bem como dos restantes países lusófonos, que desenvolvem atividades de investigação, desenvolvimento, gestão de serviços e definição de políticas relacionadas com o Acesso Aberto ao conhecimento e com todas as outras vertentes da Ciência Aberta. A ConfOA assume-se como o espaço privilegiado para promover a partilha, discussão e divulgação de conhecimentos, práticas e investigação sobre estas temáticas, em todas as suas dimensões e perspetivas.

Assim, convidamos a comunidade a apresentar propostas de trabalhos sobre os seguintes temas:

·         Acesso Aberto e Dados de Investigação Abertos: sistemas, políticas e práticas

o   Repositórios digitais – institucionais, temáticos, de dados de investigação ou de património cultural

o   Revistas científicas de Acesso Aberto

o   Inovação na comunicação científica para a Ciência Aberta

o   Publicação institucional em Acesso Aberto

o   Definição, análise e avaliação de políticas institucionais e de financiadores

o   Modelos e padrões de metadados

o   Preservação Digital

o   Direitos de autor e Acesso Aberto

·         Ciência Aberta e outras expressões de conhecimento aberto

o   Ética, Integridade da Investigação e RRI (Responsible Research and Innovation /Investigação e Inovação Responsáveis)

o   A avaliação da investigação e dos investigadores na transição para Ciência Aberta

o   Ciência Cidadã

o   Dados governamentais abertos

o   Desenvolvimento e comunidades de software livre para a promoção do Acesso Aberto e da Ciência Aberta

o   Outras práticas de conhecimento aberto (hardware e software livre, educação aberta)

·         Gestão de informação de Ciência e Tecnologia

o   CRIS – Sistemas de Gestão de informação de Ciência e Tecnologia

o   Interoperabilidade entre sistemas de informação de apoio à atividade científica e académica

o   Normas e diretrizes

o   Identificadores persistentes

Acolheremos propostas sobre estes temas, bem como outros temas relacionados com os aspetos políticos, sociais, organizativos ou técnicos relacionados com o Acesso Aberto e a Ciência Aberta.

Processo de apresentação de propostas:

A submissão de trabalhos é efetuada em: http://conferencias.rcaap.pt/ onde será desenvolvida a avaliação dos trabalhos. Consulte abaixo as orientações para cada tipo de proposta e respetivo modelo de apresentação.

Comunicações (Apresentação oral de 15 minutos)

As propostas para comunicação devem ter um mínimo de 2 páginas e um máximo de 4 páginas (ver e utilizar o modelo de proposta de comunicação). As propostas devem apresentar investigação ou desenvolvimento originais, privilegiando-se os trabalhos que relatem casos gerais (ou seja relativos a mais do que uma instituição ou sistema) e/ou que tenham relevância para uma audiência alargada.

As propostas com qualidade e relevância que não possam ser aceites como comunicações, poderão ser consideradas para apresentação como Pecha Kucha ou Póster.

Demos

Convidamos a apresentação de propostas , que devem ter 1 página (ver e utilizar o modelo de proposta de Demo), de Demos de ferramentas, produtos e serviços com potencial interesse para a promoção e o apoio às práticas de Acesso Aberto e Ciência Aberta. As Demos serão apresentadas durante a ConfOA (serão dadas indicações e instruções para a apresentação dos Demos após a aceitação das propostas)”.

Pecha Kuchas

Os Pecha Kucha são apresentações de 7 minutos, com o máximo de 24 slides. As propostas deverão ter um mínimo de 1 página e um máximo de 2 páginas (ver e utilizar o modelo de proposta de Pecha Kucha). As propostas de Pecha Kucha podem apresentar trabalhos de investigação e desenvolvimento recentes ou em conclusão, e eventualmente casos concretos e localizados, mas com interesse e relevância geral.

As propostas com qualidade e relevância que não possam ser aceites como Pecha Kucha poderão ser consideradas para apresentação como Póster.

Painéis

As propostas de painel deverão ter um mínimo de 1 página e um máximo de 2 páginas (ver e utilizar o modelo de proposta de painel). As sessões de painel devem versar sobre temas e assuntos (das tecnologias às políticas) que tenham potencial interesse para a maioria dos participantes na ConfOA. Os painéis devem incluir diversos participantes como apresentadores (e desejavelmente com diversidade de pontos de vista, contextos, instituições, etc.), sendo privilegiadas as propostas que incluam participantes de mais de uma nacionalidade. O painel deve prever tempo para pequenas apresentações dos integrantes do painel, e tempo para discussão com a audiência. O tempo total do painel será de 90 minutos.

Pósteres

Convidamos a apresentação de propostas de pósteres, que devem ter 1 página (ver e utilizar o modelo de proposta de póster), que servem para apresentar trabalho ainda em desenvolvimento ou experiências locais. Os pósteres serão exibidos em formato papel ou formato digital (serão dadas indicações e instruções para a apresentação dos pósteres após a aceitação das propostas), e serão apresentados oralmente na sessão “O meu Póster num minuto”.

Workshops e Tutoriais

Convidamos a apresentação de propostas de workshops e tutoriais sobre aspetos práticos ou teóricos relacionados com os temas da conferência. Deve ser utilizado o modelo de proposta de workshop ou tutorial, e a proposta de tutorial deve contemplar os seguintes aspetos:

·         O assunto e que conhecimentos se pretende transmitir

·         A dimensão da sessão (90 minutos, 180 minutos, ou dia completo)

·         O público-alvo e o número desejado de participantes

·         Os resultados de aprendizagem para os participantes

·         Requisitos tecnológicos e de espaço

Processo de avaliação

Todas as propostas de comunicação e Pecha Kucha serão avaliadas por dois membros (um do Brasil e um de Portugal) da Comissão Científica e as propostas de Demo, Póster, Painel e Workshops serão avaliadas pela Comissão Organizadora.

Aproximando-se das práticas de revisão por pares aberta, crescentemente defendidas como prática de Ciência Aberta, também nesta edição da ConfOA a identidade dos autores e dos avaliadores de cada trabalho será dada a conhecer.

Datas importantes:

27 de novembro 2019: Chamada de trabalhos

30 de março 2020: Fim do prazo para apresentação de propostas

- 00H - Portugal

- 21H - Brasília 

01 de junho 2020: Notificação da aceitação das propostas

 
Serviço DOI PDF E-mail

Serviço nacional de atribuição de identificadores digitais persistentes.

O DOI (Digital Object Identifier) é um identificador digital persistente e único para diferentes tipos de objetos. Consiste num prefixo atribuído por uma Agência de Registo e um sufixo escolhido pela instituição, que pode incluir um conjunto de números, letras e/ou pontuação.

A FCT tornou-se membro de uma das Agências de Registo, a DataCite, para poder fornecer este serviço à comunidade académica e científica em Portugal através do projeto RCAAP.

Objetivos

Os principais objetivos do serviço DOI são:

- tornar mais visível e referenciável a produção científica nacional
- disponibilizar à comunidade académica e científica um serviço de identificadores digitais aceite pela comunidade científica mundial, para resultados de investigação dignos de citação, através da associação de links persistentes aos objetos digitais;
- promover o uso de metadados de qualidade nos sistemas de informação nacionais e internacionais, permitindo a interoperabilidade entre sistemas (ex.: CiênciaVitae, ORCID, repositórios institucionais, Portal RCAAP, etc.);

O que são DOIs?

DOIs (Digital Object Identifier) são identificadores persistentes usados para citar e direcionar para objetos. A atribuição de DOIs a documentos de investigação torna a informação mais visível e mais facilmente acessível. DOIs são amplamente utilizados na publicação científica para citar artigos científicos. Fornecem links de longa duração e permitem aos artigos publicados ficarem ligados aos respetivos metadados.

Porque devo atribuir um DOI aos meus documentos?

Há um grande número de benefícios ao atribuir DOIs aos documentos. Destacamos alguns:

- Assegura o acesso persistente aos seus documentos e torna mais fácil atualizar a sua localização;
- Aumenta a sua visibilidade porque aumenta a descoberta dos documentos e fornece links persistentes para serem utilizados nas citações em artigos publicados, apresentações, websites, etc.; 
- Fornece provas do impacto da investigação ao permitir fazer o rastreamento das citações bem como outras medidas de impacto.

A que tipo de documentos posso atribuir DOI?

O serviço DOI permite a atribuição a artigos de revistas, livros, capítulos de livros, conferências e palestras, datasets e outros, desde que seja informação citável e relevante para a investigação científica.

As teses e dissertações também terão um DOI, mas será atribuído automaticamente a partir da plataforma RENATES, como já acontece para o identificador TID.

Como devo proceder para obter uma conta para atribuição de DOIs:

O acesso ao serviço de registo de DOIs é efetuado através da abertura de períodos de candidatura. A manifestação de interesse é feita através do preenchimento de um formulário e fica sujeita a avaliação por parte da equipa que gere o serviço.

As candidaturas deverão ser efetuadas ao nível das instituições e não das unidades orgânicas, centros de investigação, faculdades ou departamentos universitários.

Quem pode concorrer ao Serviço de Registo de DOIs

Existem dois tipos de contas a atribuir no âmbito do serviço DOI no RCAAP:

- Revistas científicas - uma revista científica pode concorrer quando abrem candidaturas e, caso seja aprovada, recebe acesso a uma conta com um sufixo para atribuição de DOIs aos artigos que publica.
- Instituições - uma instituição pode concorrer quando abrem candidaturas e, caso seja aprovada, recebe acesso a uma conta com um sufixo para atribuição de DOIs a documentos digitais que detenha autoridade sobre eles. A esta conta poderão ser adicionados quantos prefixos sejam necessários, consoante o número de sistemas de informação a que pretenda atribuir DOIs.

Para saber mais consulte https://elearning.rcaap.pt/, área DOI - Revistas ou DOI - Instituições.

Para dúvidas ou questões use o contacto de email: Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar
 
Mais de 600 000 registos agregados de recursos nacionais pelo Portal RCAAP PDF E-mail

Portal RCAAP agrega mais de 600 000 registos de recursos nacionais.

Portal RCAAP é a componente central do Projeto RCAAP (Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal) e tem como objetivo a recolha, agregação e indexação dos conteúdos científicos existentes nos repositórios institucionais e nas revistas científicas das entidades nacionais de ensino superior e outras organizações de I&D.

No espaço de um ano mais de 100 000 registos foram agregados. Na mesma proporção de crescimento encontram-se, naturalmente os recursos agregados.

Em maio de 2018 eram 148 recursos nacionais, presentemente são 240. Estes números desdobram-se em 27 repositórios institucionais integrados no Serviço de Alojamento de Repositórios Institucioanis (SARI's), 25 repositórios institucionais com gestão local, em 1 Repositório Comum (partilhado por 71 Instituições), 22 revistas científicas integradas no Serviço de Alojamento de Revistas Científicas (SARC), 94 com gestão local e o Portal Scielo Portugal.

Indiscutivelmente que os repositórios institucionais e as revistas científicas são parte integrante e de relevo do ecossitema de gestão da ciência. Porém, certamente, só o são devido ao esforço e colaboração de todos os interveninetes nos workflows destas plataformas que muito contribuem para este sucesso que, por sua vez, fazem com que o acesso à informação e ao conhecimento seja de vital importância para o progresso do ensino e da investigação mas também para o desenvolvimento sustentável da sociedade.

Desafiamos a Comunidade a consultarpartilhar e questionar ainda mais o projeto RCAAP. Queremos audácia!!!

 


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